Cruel exploração dos trabalhadores na indústria de brinquedos na China
Ciências Humanas e Sociais

Cruel exploração dos trabalhadores na indústria de brinquedos na China


A batalha selvagem para conquistar as crianças e os jovens consumidores norte-americanas

As condições de trabalho nas indústrias de brinquedo da China, onde são produzidos 80% dos brinquedos vendidos nos países ocidentais, são descritas como "chocantes" numa investigação independente que serviu de base para o livro The Real Toy Stor.
De acordo com o estudo, conduzido por Eric Clark, autor do livro , os trabalhadores chineses das indústrias de brinquedos chegam a trabalhar 100 horas por semana e, frequentemente, trabalham por muitas semanas sem ter um dia de folga.
"É uma indústria indecente", afirma Clark, um jornalista inglês que conduziu as investigações.
Pelos cálculos do autor, os trabalhadores chineses ficam com apenas 1,6% do valor final do produto.
A indústria de brinquedos movimenta cerca de 30 biliões de dólares por ano. Existem actualmente mais de 150 mil diferentes tipos de brinquedo no mercado e cerca de 40% desse total é formado por brinquedos novos lançados no mercado a cada ano.
Eletrónicos
De acordo com Clark, num ano, o presidente da indústria de brinquedos Mattel ganhou mais do que a soma dos salários dos 11 mil trabalhadores nas suas fábricas na China.
Nos Estados Unidos, as duas maiores companhias de brinquedo do mundo, Mattel e Hasbro, produzem mais de um terço dos brinquedos vendidos no mundo, o equivalente a 10 biliões de dólares por ano.
Clark também destaca o facto de que o público infantil migra cada dia mais cedo para eletrónicos como o iPod ou videogames em vez de optar por brinquedos tradicionais como bonecas e carrinhos.
Como uma forma de recuperar os consumidores perdidos para a indústria de eletrónicos, os fabricantes de brinquedos tradicionais começaram a adoptar uma postura mais agressiva para vender seus produtos:"As empresas convencem algumas pessoas a passarem-se por crianças nas conversas eletrónicas e convencer as outras crianças a adquirir novos brinquedos", diz o jornalista.



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